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NÃO CORRA RISCO DE CAIR NA ARMADILHA DA SEGURANÇA CLANDESTINA. CONSULTE O SINDEPSP-MG E CONTRATE UM SERVIÇO DE SEGURANÇA PRIVADA.

Quer contratar um serviço de segurança privada? Consulte o Sindesp-MG e não corra o risco de cair na armadilha da segurança clandestina.

Se a sua empresa tem interesse em contratar um serviço de segurança privada, consulte o Sindesp-MG. Basta ligar para a nossa secretaria, que disponibilizaremos todas as informações necessárias para uma contratação segura.

No site da Polícia Federal (www.pf.gov.br) também é possível conferir a regularidade de empresas e de profissionais de segurança a partir de consultas de CNPJs e CPFs. Além disso, vale lembrar que a Polícia Federal conta com Delegacias Especializadas (DELESPs) e Comissões de Vistoria (CVs) em todos os estados para controlar e fiscalizar o trabalho de empresas e de seguranças. Se você constatar o exercício clandestino de segurança privada, DENUNCIE! As denúncias podem ser feitas sob anonimato no Sindesp-MG ou na Polícia Federal.

Estatuto da Segurança Privada

Mesmo com esforços concentrados no Senado e a pedido do senador Major Olímpio (PSL-SP), infelizmente o ano de 2020 também chega ao fim sem o Estatuto da Segurança Privada ser votado.

Em tramitação há uma década no Congresso Nacional e parado há mais de dois anos no Senado, o Estatuto da Segurança Privada (Substituto 6/16 ao PLS 135/2010) vai atualizar e modernizar a Lei nº 7.102/83, que há 37 anos regulamenta o setor da segurança privada no Brasil.

Segundo o presidente do Sindesp-MG, Edson Pinto Neto, a nova lei trará inovações importantes para o setor de segurança privada e estabelecerá um regime jurídico mais seguro para as empresas formais, já que o texto criminaliza e pune com maior rigor a prestação de serviços clandestinos de segurança privada.

Há anos, as empresas regularizadas do setor, os trabalhadores e a Polícia Federal, órgão que fiscaliza o setor, pedem a atualização da Lei 7.102. por meio do Estatuto da Segurança Privada. O presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), Jeferson Nazário, comenta que os empresários, os trabalhadores e Polícia Federal já estão lutando há aproximadamente 20 anos no Congresso Nacional. “Infelizmente, o Estatuto da Segurança Privada está parado com o presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, Davi Alcolumbre. O que estamos pedindo? Maior rigor na punição, não só de quem está na ponta, mas do empresário que está levando aquele serviço lá também”, diz.

Terceirização não é vilã

Segundo um comunicado distribuído à imprensa no dia 4 de dezembro de 2020, 16 dias após a morte de João Alberto Silveira Freitas – morto em 19 de novembro, após ser agredido por um segurança de uma empresa terceirizada e por um policial militar temporário em um supermercado do Grupo Carrefour, em Porto Alegre (RS) –, o Carrefour anunciou o fim da terceirização dos serviços de segurança nos  supermercados do grupo.

Segundo o diretor do Sindesp-MG, Afonso Oliveira, propagar a informação de que a solução dos problemas é acabar com a terceirização da segurança seria cômico se não fosse trágico. “A atividade de segurança requer autorização especial, responsabilidade técnica, estudos, avaliações de riscos, implantação de medidas estratégicas e acompanhamento. A alternativa de internalizar a segurança foi apresentada, por exemplo, pelo comitê externo criado para analisar medidas preventivas após a morte ocorrida no Carrefour. Um dos argumentos apresentados foi que a terceirização precariza a segurança pela falta de vínculo direto. Ao contrário, a contratação de empresas especializadas aumenta a segurança de todos os envolvidos exatamente porque estas detêm conhecimentos técnicos dos quais o tomador de serviços não dispõe”, reforça Oliveira.

Sindesp-MG esclarece, na imprensa mineira, sobre o que é e quais os riscos que a segurança clandestina traz a toda a população

O Sindesp-MG não se calou diante do fato ocorrido em Porto Alegre. Por meio de sua assessoria de imprensa, várias entrevistas foram geradas em Minas Gerais para que fontes do sindicato pudessem esclarecer à população e aos tomadores de serviços sobre os riscos da contratação de segurança clandestina.

Na TV Band Minas, Renato Fortuna e Coronel Naves, diretores do Sindesp-MG, falaram sobre a segurança clandestina e como é feita a formação dos vigilantes
em uma escola de formação.

Na Rádio Itatiaia, o diretor Everton Silva também falou sobre a segurança clandestina e sobre a importância da aprovação do Estatuto da Segurança Privada para o segmento. O presidente do Sindesp-MG, Edson Pinto Neto, em entrevista à Rádio Inconfidência, denunciou o número de empresas e seguranças irregulares no estado de Minas Gerais, orientando os tomadores de serviços a respeito dos riscos da contratação da segurança ilegal.

Em conjunto com a Fenavist, a assessoria de imprensa do Sindesp-MG também conseguiu abrir espaço, ao vivo, para o presidente da federação, Dr. Jefferson Nazário, que falou à Rádio Super FM BH, em entrevista de vídeo, e às redes sociais do Grupo Super Editora (jornal O Tempo, O Tempo Betim, O Tempo Contagem, Super Notícia, Rádio e TV on-line) em sua edição do dia 7 de dezembro.

Revista Sindesp-MG – Edição Nº 30

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